segunda-feira, 11 de julho de 2011

Projeto Festas Juninas

A Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel, desenvolveu mais um projeto envolvendo as diversas áreas de conhecimento do 6º ao 9º ano. O projeto teve como como justificativa, que o mês de junho sempre desperta um grande interesse nos alunos em trabalhar o assunto”Festa Junina”. O mês é marcado por grandes comemorações, sendo que o auge dessa festa acontece no dia 23, noite de São João. São comuns em todas as regiões do Brasil os festejos juninos, mas na região Nordeste ganham maior proporção. Essas envolvem toda a comunidade nos preparativos, com a ornamentação de ambientes, comidas típicas, músicas folclóricas, etc. No contexto escolar o mesmo acontece e a escola tem um papel importante no resgate e valorização dessas tradições.
O presente projeto teve sua culminância no dia 01/07/2011 com exposição de cartazes, venda de comidas típicas, apresentação de casamento matuto, quadrinha,etc.
Parabéns a todos que contribuíram para o desenvolvimento de mais um projeto na Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel








 VENDAS DE COMIDAS TÍPICAS


 CASAMENTO MATUTO







 
QUADRILHA











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VÍRUS

Os alunos das turmas dos 7° anos A, B e C do turno matutino, da disciplina de Ciências - prof. João Filho, dentro da proposta da grade curricular, iniciaram o estudo sobre os seres vivos "virus". Este conteúdo foi trabalhado de forma a despertar o interesse pelo tema, relacionando-o a presença desses seres no ambiente dos alunos. Para isso, inicialmente, o conteúdo foi apresentado em sala de aula, através do uso do livro didático. Logo em seguida, os alunos foram levados até a sala de informática, onde atravésdo uso do Data Show foi exibido alguns vídeos sobre os vírus.
Veja as fotos:















Após a exibição desses vídeos, realizaram uma pesquisa sobre os vários tipos de vírus existentes e as doenças causadas nos seres humanos.
Veja as fotos:






























Concluída a pesquisa na sala de informática, os alunos foram para a sala de vídeo, onde produziram tarjas de cartolinas sobre os vírus, as doenças, seus sintomas e tratamento.
Vejas as fotos:





Essas tarjas foram depois montadas em painéis e expostas na galeria da escola.

Veja as fotos:




sexta-feira, 24 de junho de 2011

PROJETO - O USO DE SOFTWARE NO ENSINO DA MATEMÁTICA

O professor cursista, João Filho está tendo a oportunidade de elaborar e desenvolver junto com os seus alunos, um projeto pedagógico voltado para o uso das tecnologias existentes na escola.
O projeto “O USO DE SOFTWARE NO ENSINO DA MATEMÁTICA”, proposta de trabalho apresentada nesta formação continuada, está sendo levada neste início de 2º bimestre, para a Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel, onde foi apresentado aos alunos dos 7º e 8º anos do turno vespertino.
Através do uso e manuseio dos recursos tecnológicos oferecidos pelo computador, este projeto irá proporcionar a estes alunos não só a sua inclusão na área digital, mas também a oportunidade dos mesmos de fazerem uso correto de alguns softwares na aplicação e contextualização de temas abordados e estudados em sala de aula.
Após apresentação do projeto, os alunos do 8° ano D do turno vespertino, já começaram a realizar atividades no Laboratório de Informática da escola.
O software Br. Office Whiter, um programa de edição de textos com vários recursos foi apresentado a estes alunos que desenvolveram a ativdade sugerida pelo professor: construção de tabelas.
Usando como referência uma tabela contida no livro didático, os alunos receberam informações que os levaram a construir esta tabela.
Veja as fotos da atividade:

Janela de trabalho do software


 Escrito por PROF JOAO FILHO às 20h52

terça-feira, 21 de junho de 2011

Origem das Festas Juninas

Festa Junina
Origem do Texto: Wikipédia, a enciclopédia livre.



As festas juninas são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas 'caipiras' ou 'saloias' são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir 'caipira' tanto no Brasil como em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo.   Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, eles são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite.
Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiro.
Festas juninas pelo Brasil
No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Antes porém. a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras, as grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo acarretam na "adequação e atualização" destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como "pé de serra" nos dias de comemoração junina.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e  os   casamentos matutos.
Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Cachoeira Cruz das Almas, Piritiba e Senhor do Bonfim na Bahia, na Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Recife em Pernambuco; Aracaju em Sergipe; Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre. Além disso, Juazeiro do Norte no Ceará e Mossoró no Rio Grande do Norte disputam o terceiro lugar de maior são joão do mundo.
Tradições e costumes:
Origem da fogueira
De origem européia, as fogueiras faziam parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar a Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.
O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira e seus efeitos visuais, trazido pelos portugueses, os fogos de artifícios tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Os balões quando criados serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança, hoje, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.
Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.
 A quadrilha

 A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. Veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX, se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, passou a ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.
Hoje, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, seja como for, é correta afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade desse século e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino.
Entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadencia mento das marcações. Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre "marcante" ou "marcador", pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um "noivo" e uma "noiva", já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a as festas de São João européias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais.
 Outras danças e canções
No nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado, o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.
  Costumes populares
 As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.
No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.
Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio
O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:

Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando. 
 
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio: Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem: - Ao Santo Antônio para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13, é comum ir à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.
Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.